terça-feira, 19 de agosto de 2008

Impedimento, um olho no gato outro no peixe.


Apesar de ser uma das regras mais difíceis de serem corretamente marcadas, ainda sou favorável à sua manutenção, primeiramente, por achar que o fato de os auxiliares errarem tanto na marcação destas infrações, além do fato de ser praticamente impossível um ser humano conseguir olhar o lançamento e ao mesmo tempo olhar o alinhamento entre o último zagueiro e o atacante mais avançado (isto é coisa para camaleão), é a pressão que as redes de televisão tem realizado desde a implantação dos tira-teimas, visto que os auxiliares pararam de utilizar a orientação de que na dúvida deveriam deixar o lance seguir.

É bom deixar claro que uma coisa é um impedimento de alguns centímetros, outra é o impedimento com mais de um metro, que aí já passa a ser má fé ou incompetência.

Outro fato favorável da existência do impedimento é que esta regra permite que um time que necessita pressionar o adversário diminua o campo de jogo para exercer esta pressão. O impedimento também permite a utilização da linha burra, não que eu seja favorável a esta jogada, muito pelo contrário, é que em contra partida permite que um jogador menos burro use desta vantagem, lançando a bola para si mesmo. Aliás, sobre a linha burra, no meu entender, burro é o técnico que treina este tipo de jogada, mas isto pode ser o tema para uma outra oportunidade.
E no post do Ginaldo podemos ver outra vantagem de se manter o impedimento, são as assistentes.

3 comentários:

  1. É isso aí!
    Sem o impedimento a marcação seria ZONA, como no basquete... E isso sepultaria definitivamente o futebol arte...

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  2. Ahhh, não poderia deixar de comentar do Brasil il il! Rumo ao tão sonhado BRONZE (clique aqui)

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  3. Futebol arte.
    Olha o que o futebol arte feminino do Brasil conseguiu.
    As americanas foram eficazes, disciplinadas e inteligentes. Sua medalha de ouro nunca será esquecida. E o futebol arte do Brasil será lembrado como um time amarelão que nunca ganhou nada expressivo. Parabéns aos EUA,BI CAMPEÃO OLÍMPICO. È a técnica superando a arte.

    Quanto ao possível bronze do Brasil no masculino, na olímpiada, ele tem valor sim para o pais. Futebol olímpico não tem essa coisa de "segundo é o primeiro dos últimos"

    Não é apenas o país do futebol que está lá, mas o ESporte Olímpico Brasileiro.

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